Ela se virou em frente ao espelho.
—Como estou?
Meu coração estava em pedaços.
-Amável.
Ela sorriu.
Um sorriso verdadeiro.
Não aquela sobre pedir permissão para não ser visto.
O sorriso de uma jovem de quinze anos.
Compramos o moletom.
Ela usou a joia até adormecer naquela noite.
O suposto “namorado criminoso” finalmente apareceu.
Não porque existisse, como dizia minha mãe.
Mas porque havia um menino.
Seu nome era Aaron.
Ele era meu colega de classe.
Um aluno quieto.